Se você ama alguém, ame de verdade. Não se importe com a cor dos olhos ou da pele, o tamanho do cabelo ou sua cor. Sua religião ou seus costumes. Ame pelo seu caráter, pelo o que realmente é.
E eu amo o amor. Esse que da voltas e que surpreende. Esse piegas e brega. Esse que deixa a gente agir que nem palhaços. Esse velho e lindo amor, que dói no peito, explode e ainda continua vivo. Eu amo esse amor, que é raro, que acontece uma vez, e que a gente sente que é pra sempre. Esse amor, que grita pro mundo inteiro ouvir, que faz declarações gigantes e confissões em público. O amor que sussurra cinema. Mas que vive na realidade.
O amor é tão arrogante que não aceita virar amizade.
E eu te amo, mesmo sabendo que você vai me fazer sofrer muitas vezes ainda. Não digo sofrer de partir, mas sofrer de falhar, porque ninguém é perfeito. Eu te amo, mesmo sabendo que você vai me tratar mal vez em quando numa briga, mesmo sabendo que você é um pássaro que está com a gaiola aberta - apesar de ser meu -, e que pode voar a qualquer momento. Eu te amo o suficiente para deixar-te ir, se quiser. Eu te amo, mesmo quando você emburra e diz que não quer falar comigo, ou quando você só quer ficar em silêncio, e quando você quer conversar a noite toda. Eu te amo até mesmo quando você parte, porque sei que tua volta é certa, pois sabes perfeitamente que ninguém no mundo, nunca, vai te amar com tal intensidade como eu amo você. Eu te amo. Eu amo te amar.